si mesmas. E querem preencher seu vazio com muitas coisas. Eu entendo porque já estive desse lado, com meus traumas, depressão, já desejei a morte, e fui curado por Deus. Hoje conto minha história para quem se sente como eu me sentia, há muita identificação.
E de onde veio a ideia de incluir o café?
Sempre quis transformar essa leitura diária em uma experiência multissensorial, por isso associamos ao café, que é muito apreciado pelos brasileiros. Inserimos um aroma bem suave de café na primeira página, para marcar esse momento. Na capa, tem a imagem de uma xícara com um mapa mundi na espuma, porque agora ele será vendido nos Estados Unidos e em países hispanos (por isso foi traduzido também para o inglês e o espanhol).
Este é seu primeiro livro?
Há cerca de cinco anos publiquei minha história autobiográfica no livro "Encontrei um pai", em que abordo paternidade, propósito e destino. Depois lancei uma edição limitada do projeto devocional chamado "Bom Dia Deus Pai", mas não fiquei satisfeito por conta de erros gráficos e quase desisti. Mas retornei com o "Café com Deus Pai", que foi um sucesso. Nesta edição para 2024 mantive o modelo de um tema por mês, e a cada dia coloco um versículo, uma frase e desenvolvo uma mensagem sobre aquele assunto.
Qual é o seu método de escrita?
Não tenho um método, tenho insights que desenvolvo. A última edição escrevi nas madrugadas, foram oito meses de produção. Mas escrevo no avião e em outros ambientes, quando sinto Deus falando comigo.
Como lida com as redes sociais e as críticas ao seu trabalho?
Temos uma equipe que controla as redes sociais (com mais de 2 milhões de seguidores), mas é muito raro receber críticas. Ainda não enfrento essa dificuldade, mas estou preparado para daqui a pouco acontecer, porque toda vez que você se levanta para fazer algo grande, vêm os opositores. O próprio Jesus foi criticado e chamado de belzebu (diabo). Se não me chamaram de belzebu ainda, estou no lucro!

